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Juízo Final

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Juízo Final

Livro Bom - 2 comentários

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Autor: Sidney Sheldon  

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: A B Pinheiro de Lemos

Páginas: 368

Ano de edição: 1995

Peso: 415 g

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Bom
Claudia d'Aquino
30/04/2011 às 12:45
Florianópolis - SC

Li este livro em dois momentos.Na primeira vez , amei. Parecia que a leitura se materializava e eu via o que lia. Gostei da história, cheia de suspense, ação, romance, enfim, muito bom. Em outra oportunidade o li novamente, e toda a impressão que tive da primeira vez desapareceu, se tornou um livro com uma estória apenas, até um pouco enjoado e de ótimo, agora o classifico de mediano. Não sei explicar a divergência de opiniões, mas agora quando gosto muito de um livro, prefiro ler uma só vez, para ficar com a sensação de uma boa leitura. Quando eu não gosto muito, posso até ler novamente, pois, quem sabe, não mudo de opinião e o vejo de outra maneira?! De qualquer forma, foi um livro que mudou algo em mim. VALEU!


Bom
Marcio Mafra
07/09/2005 às 09:32
Brasília - DF

O Comandante Robert Bellamy, se apresenta ao General Hilliard, enquanto sua ex mulher Susan viaja ao Brasil com seu marido.... Pra quem gosta de Objetos Voadores Não Identificados OVNI esta é uma boa história, no estilo inconfundível de Sidney.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Robert Bellamy, militar da Marinha do EUA, que foi designado para uma missão secreta e se envolve numa incrível embrulhada de espionagem.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Mensagem urgente ultra-secreta. Abteilung Espionagem para Vice Diretor ASN. Seus olhos apenas. Cópia de um de (uma) cópias. Assunto: Operação Juizo Final. 1. Hans Beckerman - Arquivado. 2 - Fritz Mandel - Arquivado. Fim da Mansagem. O modelo de Leslie Mothers-hed era Robin Leach. Um espectador ávido de "Estilos de Vida dos Ricos e Famosos" , Mothershed estudava com toda atenção a maneira como os convidados de Robin Leach andavam, falavam e se vestiam, porque sabia que um dia apareceria no programa. Desde que era garotinho, sentia que estava destinado a ser alguém, a se tornar rico e famoso. - Você é muito especial- costumava lhe dizer a mãe. Meu filho será conhecido no mundo inteiro. O menino dormia com essa afIrmação ressoando em seus ouvidos, até que passou a acreditar. A medida que foi crescendo, Mothershed tornou-se consciente de que tinha um problema: não tinha a menor idéia de como se tornaria rico e famoso. Durante algum tempo, ele aventou a possibilidade de se tornar artista de cinema, mas era extremamente tímido. Também pensou em se tornar um astro do futebol, mas não era um atleta. Pensou ainda em virar um cientista famoso, um grande advogado. cobrando honorários espetaculares. Suas notas na escola, infelizmente, eram medíocres, e ele acabou deixando os estudos sem estar mais próximo da fama. A vida não era justa. Fisicamente, ele era pouco atraente, magro, a pele pálida, com uma aparência doentia, e baixo, tendo apenas um metro e sessenta e cinco centímetros e meio. Mothershed sempre fazia questão de ressaltar o meio. Consolava-se com o fato de que muitos homens famosos eram baixos: Dudley Moore, Dustin Hoffman, Peter Falk... A única profissão que realmente interessava Leslie Mothershed era a fotografia. Tirar fotografias era incrivelmente simples. Qualquer pessoa podia fazê-lo. Bastava apertar um botão. A mãe lhe comprara uma câmera ao completar seis anos, e sempre fora muito exagerada no louvor das fotografias que ele tirava. Ao entrar na adolescência, Mothershed estava absolutamente convencido de que era um fotógrafo brilhante. Dizia a si mesmo que era tão bom quanto Ansel Adams, Richard Avedon ou Margaret Bourke-White. Com um empréstimo da mãe, Leslie Mothershed abrira seu próprio estúdio, em seu apartamento em Whitechapel. - Comece pequeno - a mãe lhe dissera - mas pense grande. Era exatamente o que Leslie Mothershed fizera. Começara bem pequeno e pensara muito grande, mas infelizmente não possuía o menor talento para a fotografia. Fotografava desfiles, animais e fIores, mandava as fotos, confiante, para jornais e revistas, mas eram sempre devolvidas. Mothershed consolava-se com o pensamento de todos os gênios que haviam sido rejeitados antes que sua competência fosse reconhecida. Considerava-se um mártir do filistinismo. E de repente, da maneira mais inesperada possível, sua grande oportunidade surgira. O primo da mãe, que trabalhava para a editora britânica HarperCollins, confidenciara a Mothershed que estavam pensando em fazer um livro de paisagens da Suíça. - Ainda não escolheram o fotógrafo, Leslie. Assim, se você partir agora para a Suíça, e voltar com algumas fotos sensacionais, o livro pode ser seu. Leslie Mothershed apressou-se em arrumar seu equipamento, e partiu para a Suíça. Sabia - tinha certeza absoluta - de que essa era a oportunidade pela qual tanto esperava. Finalmente os idiotas teriam de reconhecer seu talento. Ele alugou um carro em Genebra e saiu a percorrer o país, tirando fotografias de chalés suíços, quedas-d'água, picos nevados. Fotografou o nascer e o pôr -do-sol, camponeses trabalhando nos campos. E de repente, no meio de tudo isso, o destino interferira, e mudara sua vida. Ele seguia para Berna quando o carro enguiçara. Parara no acostamento, furioso. Por que eu?, lamentara Mothershed. Por que essas coisas sempre acontecem comigo? Ele ficara sentado ali, na maior raiva, pensando no precioso tempo perdido, e como seria caro o reboque do carro. Quinze quilômetros atrás ficava a aldeia de Thun. Chamarei um reboque de lá, pensara Mothershed. Não deve custar tanto. Ele fizera sinal para um caminhão de gasolina que passava. - Preciso de um reboque - explicara Mothershed. - Pode parar em alguma oficina em Thun, e pedir que venham me buscar? O motorista do caminhão sacudira a cabeça. - É domingo, mister. A oficina aberta mais próxima só em Berna. - Berna? Fica a cinqüenta quilômetros daqui. Vai me custar uma fortuna. O motorista sorrira. - Ia. Ali eles cobram pelo trabalho no domingo. Ele engrenara o caminhão. - Espere! - Fora difícil dizer as palavras. - Eu... eu pagarei por um reboque de Berna. - Gut. Pedirei que mandem alguém. Leslie Mothershed sentara no carro enguiçado, praguejando. Isto era tudo o que eu precisava, pensara, amargurado. Já gastara dinheiro demais com filmes, e agora teria de pagar a algum ladrão miserável para rebocá-lo até uma oficina. O reboque deinorara quase duas horas intermináveis para chegar.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Juízo Final é um dos livros que o Pires me presenteou em maio de 2005


 

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