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Maridos de Hollywood

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Maridos de Hollywood

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Jackie Collins  

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Dina Maria Soares dos Santos

Páginas: 458

Ano de edição:

Peso: 445 g

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Ruim
Marcio Mafra
07/09/2005 às 09:44
Brasília - DF

Maridos de Hollywood é uma história de personagens falsamente elegantes, mal educados, ricos, poderosos, com muita mulher vadia, muito sexo, muito glamour, muito poder. História, livro, tema e narrativa completa e totalmente vazios. Difícil é acreditar que a autora vendeu 40 milhões de livros, em mais de 30 paises. É o sucesso da inutilidade. Maridos de Hollywood cuida apenas de um molde batido, chulo e idiota, onde se banaliza o poder, o amor, o sexo, o sucesso e as mulheres. É como se fosse uma autora que escrevesse livros, para leitores da "Revista Caras" Não vale a leitura, embora possa haver quem goste.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Jack, Howard e Mannon são amigos de fé há muitos anos. Os três eram inseparáveis tinham planos ambiciosos. Suas vidas a carreiras profissionais chegara ao ponto mais alto depois de muito sexo, dinheiro, emoções, poder, drogas e traições.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Era uma noite de extraordinária fragrância. Howard sentia o suor se formando sob sua peruca antes mesmo de deixar o hotel. Estava experimentando urna nova cola e ela realmente funcionava, mas a transpiração a tornava ineficaz, e ele não poderia suportar qualquer transtorno na maior noite de sua vida. Após visitar Whitney, ele foi até onde Mannon e Clarissa estavam isolados no seu trailler. Batendo forte na porta, teve que esperar uns dez minutos antes de abrirem-na. Maravilhoso!, Howard pensou. Especialmente durante as vezes em que precisassem deles no set imediatamente. - Nós os chamamos dez minutos mais cedo - confidenciara Dirk. - Deste jeito conseguimos que eles estejam lá na hora. Mannon surgiu um pouco depois, todo amarrotado e feliz consigo mesmo. - Howard! É uma surpresa. O que está fazendo aqui? - Tentando ver se conseguimos fazer o filme - disse Howard carrancudo. - Lembra-se? É para isso que estamos todos aqui. Com um amplo sorriso Mannon retrucou: . - E eu estou com um desempenho e tanto ou o quê? - É - concordou Howard. - Os copiões estão mesmo bons. - Bons? Isso é tudo que você diz? Clarissa acha que se mantivermos esta energia e o estúdio fizer a sua parte, quando chegar a hora da indicação para os prêmios... bem, ela acha que nós dois estaremos na disputa. - Ninguém gostaria mais disso do que eu. Gostaria também de ver Whitney feliz. O sorriso do rosto de Mannon desapareceu ao ouvir o nome dela. - Odeio ser a pessoa a ter que dizer isso, mas aquela moça é exclusivamente para noite de amadores. Ela não deveria estar neste filme. Precisamos de uma atriz de verdade no papel. De 'amor da vida dele' ela tinha passado para 'aquela moça' . Clarissa devia ter uma forte influência. - Acontece que - começou Howard com paciência - ela está no filme. Temos um contrato. E seria bom se ela recebesse um pouquinho de apoio. - Demita-a - falou Mannon insensível. - Não me importo. Howard, que nunca se importou muito com os sentimentos de ninguém, incluindo os seus próprios, estava chocado. - É de Whitney que estamos falando. - Eu sei. - Bem, droga, há dois meses você teria lambido meus pés para trazê-la de volta. Agora quer que seja chutada do filme? - Ouça, Howard - Mannon baixou o tom de voz para um sussurro confidencial -, Clarissa sabe do que está falando, e ela acha que Whitney está afundando o filme. Dirk concorda. A equipe, todos. - Então você gostaria que eu a despedisse? - perguntou Howard. - Certo. - Vai se foder. Seu contrato te dá bastante poder, mas você e Clarissa não estão dirigindo a porra do estúdio, e até que vocês estejam fazendo isso, eu decido quem vai ser cortado. E eu ainda preservo alguma lealdade aos velhos amigos. Clarissa apareceu na porta ao lado de Mannon. - Howard - saudou-o laconicamente. - Clarissa - retrucou ele, tão lacônico quanto ela. - Só queremos o que é bom para o filme. Ele nunca entenderia o sucesso dela. O que era aquilo que tomava lugar entre ela e a câmara? - Sei disso. E quero que vocês saibam que Whitney fica. Vou procurar uma professora para ajudá-la. Ela melhorará. E ficará bem. - Se você diz - disse Clarissa inflexível. Ocorreu a Howard que nenhum deles o convidara para entrar. Atores! Atrizes! Estrelas! Babacas inseguros que acordaram um dia e tiraram a sorte. O que os fazia pensar que eram assim tão especiais? - Vocês dois estão fazendo um trabalho sensacional- concordou ele com um tom amigável. - Vão em frente, e tentem ir devagar com a menina. - Ela não tem nada de menina - murmurou Clarissa rancorosa. - É.. bem... - ele fitou seu bom amigo Mannon e começou a cortar o barato dele. - Poppy tem visto Melanie algumas vezes, e parece que ela está bastante saudável para alguém que vai dar à luz a qualquer momento. Você quer mandar-lhe algum recado? No rosto de Mannon surgiu uma sombra de culpa. - Não, obrigado. Estou sempre em contato com ela. Howard não aprovava o modo como Mannon estava tratando sua esposa grávida. Dando de ombros, ele disse: - Tenho que ir tratar dos negócios. Te vejo por aí. O que ele realmente precisava era conseguir uma professora de arte dramática bem depressa e depois dar as notícias a Whitney. Ela recebeu as notícias melhor do que ele esperava, feliz com a ajuda. A única professora que o estúdio conseguira arranjar em tão pouco tempo foi Joy Byron, uma velha inglesa excêntrica que presidia a Escola de Representação do Método Joy Byron em Hollywood. Seu principal motivo de fama era ela ter descoberto Buddy Hudson - naquele momento o astro mais badalado. Joy ficou muito satisfeita por ser chamada, chegando no vôo seguinte. Agora Howard tinha que levar J oy e Whitney para jantar, mais a secretária de Whitney, que aparentemente a acompanhava por toda a parte. E o publicitário dela, Norman Gooseberger, que também tinha chegado de avião naquele dia. Howard não estava preocupado com o jantar. Passar por ele seria fácil. Ele não parava de pensar no depois. Finalmente ele e Whitney estariam juntos a sós: Ela, tão bela e vibrante. Ele, tão... o quê? Ele era baixo. Quase careca. Tinha uma enorme barriga. E mais pêlos púbicos do que ela jamais vira em toda sua vida. Ele cheirou muita cocaína antes de sair do hotel e engoliu alguns Valiums. Que combinação - a coca para levantar o astral dele, e os Valiums para acalmá-lo. Roendo as unhas, ele pegou uma limusine para deixá-lo em seu destino. Os comentários maliciosos de Howard a respeito de 'lealdade' e 'velhos amigos' realmente tinham enchido o saco de Mannon. Whitney era uma atriz. Ela tinha um trabalho a fazer, e se não pudesse dar conta, deveria sair. Clarissa explicara-lhe isso. Na verdade, Clarissa tinha lhe explicado um monte de coisas, especialmente sobre representar, e era por isso que ele estava com um desempenho tão bom. Durante 15 anos ele tinha brincado de ser ator de cinema. Agora, com a ajuda de Clarissa, talvez conseguisse uma pequena aceitação crítica como um bom ator. E por que ele se sentiria culpado por tentar afastar Whitney do filme quando ela merecia? À merda com Howard e suas observações metidas a besta. O maior problema era o fato de eles dois serem amigos já há muito tempo, e em vez de Howard tratá-lo com a deferência que um astro do seu porte merecia, falava com ele como se fossem iguais. - Você não tem que ser simpático com ele - salientou Clarissa: Ele não passa de um bobo viciado. O mensageiro de Zachary Klinger. - Você acha que ele está envolvido com alguma coisa? - Não seja ingênuo. A cidade inteira sabe. Mannon digeriu a informação em silêncio. Nos idos da década de 60, quando ele dividia um apartamento com Howard e Jack, os três tinham experimentado diversas drogas. Jack e ele se envolveram com fumo durante um tempo. Howard era o mais certinho, uma vez experimentou tudo e ficou inconsciente por alguns segundos. "Foi estupidez minha", ele confessara. Agora esta pequena revelação. - Cocaína? - perguntou Mannon. - Exatamente. - Deus! Ele se perguntou se Jack sabia ou mesmo se se importava. Ultimamente os três estavam se vendo cada vez menos. Eles não tinham mais nada em comum. Mannon detestava saber que Clarissa havia ficado com Jack, e por quase um ano. Precisou controlar-se para não perguntar como seu amigo era na cama, e se ele, Mannon, era melhor. Clarissa nunca responderia, pois guardava segredo de seus amores passados. Ele teve que dominar um desejo forte de matá-los todos. Clarissa era uma mulher invulgar. Mannon nunca estivera com outra mulher que chegasse aos pés dela. Se alguém lhe alertas se antes de começar as filmagens que iria se apaixonar por Clarissa Browning, ele teria dito que a pessoa estava completamente maluca. Tudo acontecera tão rápido. Ele batera na porta da suíte dela no hotel na primeira noite em que chegou na locação, apenas para dizer olá e ser simpático. Quatro horas depois ele ainda estava lá debatendo o script, alterações, caracterizações, e sobre o filme em geral. - Nós nos apaixonamos neste filme - confessara ela. - Fazemos amor. - Fazemos mesmo! - pilheriara ele ao seu modo. - Quando interagimos na tela tem que ser real - continuou Clarissa séria. - Temos que gerar emoção, paixão e desejo. - É só me provocar, meu bem! - Você sabe no que acredito, Mannon? - perguntou-lhe Clarissa em tom grave. - No quê? - Que deveríamos ensaiar bem os nossos papéis antes de nos colocarmos em frente às câmaras. - É mesmo? Ela o encarou com intensidade. - Vamos fazer amor. Mannon não fazia idéia de que aquela era a linha que Clarissa usava com todos os co-astros, assim sendo, ele caiu direitinho e rápido, imensamente lisonjeado por uma atriz tão séria querer ir para a cama com ele. Deitando-se, ele desfrutou de cada momento de paixão fogosa dela. Depois disso os dois formaram uma dupla inseparável. Os jornais espalharam logo a notícia. Boatos surgiram diariamente. Ele sabia que tinha que contar a Melanie-Shanna, mas estava sempre adiando. O bebê deles estava para nascer nos próximos dias, e ele estava bem consciente do crápula insensível que pareceria se a abandonasse agora. Os advogados pediram para que esperasse mais seis meses. Clarissa nunca mencionava a esposa dele. Ela se comportava como se ele não tivesse uma esposa. Mannon conseguia telefonar para MelanieShanna de alguns em alguns dias. Ela parecia estar bem, e apesar do romance dele com Clarissa, realmente estava na expectativa de ser pai pela primeira vez. Mannon Cable queria tudo. E não via um bom motivo para não poder ter tudo.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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