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A Entrega - Memórias Eróticas

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A Entrega - Memórias Eróticas

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Toni Bentley  

Editora: Objetiva

Assunto: Erotismo

Traduzido por: Maria Claudia Oliveira

Páginas: 2218

Ano de edição: 2005

Peso: 305 g

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Ruim
Marcio Mafra
21/01/2006 às 12:59
Brasília - DF

A autora procurou escandalizar ao falar cruamente sobre o sexo anal. São centenas de relações anais que ela descreve como um verdadeiro atingimento do nirvana. Como se tivesse descoberto ou mesmo quebrado algum tabu do comportamento sensual da mulher. Ela diz e garante, que nada, absolutamente nada, pode ser comparado ao prazer do atingimento do orgasmo pela penetração anal. A autora narra que fez um registro escrito - como se fora seu diário - de cada uma das suas relações anais, e comemora espetacularmente o fato de ter chegado ao trecentésimo orgasmo anal. Convenhamos que isto é um feito de admirável abundância e inigualável perícia. Haja bunda! Mas as ondas de prazer e orgasmos anais múltiplos, que tanto agitaram a vida da Toni Bentley, não transferiram para as suas memórias - nem por obra da tradutora - nada que mereça a atenção do leitor. Ou seja, a Entrega não passou de um simples, comum e nada original ato de dar o cu. O livro não é blasfemo, nem pornográfico. Mas também não é - absolutamente - nada sensual. A narração também não emociona, não escandaliza, nem dá tesão. Pareceu mais um descontentamento sexual da própria autora, que - finalmente - encontrou o orgasmo. Ao término da leitura fica uma dúvida: trata-se de um livro de memória ou uma ficção narrada na primeira pessoa. Mais parece a primeira hipótese. De qualquer forma é foda!


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história exclusiva da prática do sexo anal, relatada pela autora, sob a forma de memória, com muita crueza e realismo.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O Pau Dele. Sempre achei paus muito feios - melhor não olhar muito de perto. Enrugados, assimétricos, tons de cores muito diferentes. Pendurados e bobos quando moles, curvados, cheios de veias e estranhamente lisos quando duros. Esperava-se que esta protuberância estranha me deixasse molhada? Visualmente, ela me secava. Visualmente, era engraçada. E assustadora. E eles todos querem que você lamba, chupe e esfregue. Ugh. A única coisa de que eu gostava era a metáfora, um monumento de desejo vertical. E aqueles pêlos desordenados por toda parte. É insultuoso. Quando me dignei a chupar um homem, os pêlos sempre ficavam presos na minha língua - e pode levar séculos para descobrir aquele único pentelho cacheado. Em resumo, um pau não era algo belo para mim. Agora, as mulheres, sim, são bonitas. Seios, quadris, curvas, bundas, rostos, olhos, lábios, cheiro, boceta - tudo numa mulher bonita é, bem, bonito. Será que meus olhos jamais veriam um pau como um objeto de beleza? Eu os tolerava na pior das hipóteses e sentia uma afeição leve na melhor. E já que raramente faziam muito por mim durante a penetração, eu realmente não tinha um lugar apropriado para eles. Então ele chegou e tudo mudou - naquelas primeiras três horas. A epifania do pau. Eu amo o pau dele. Cada milímetro, cada centímetro, cada movimento em cada momento. O dele foi o primeiro que falou comigo, que me conquistou pessoalmente, que nunca falhou comigo. O Homem-A fica calmo em face de sua própria ereção - o teste final da dignidade masculina. Em minha experiência, muitos homens, quando ficam duros, não agem como se seu pênis fosse deles mesmos, mas como se tivessem subitamente se tornado sujeitos de algum tipo de dispositivo radar erétil que os força a abandonar toda a responsabilidade por seu comportamento errático. O Homem-A, entretanto, apresenta um completo paradoxo. Cheio dos mesmos sumos, dos mesmos desejos, da mesma dureza, ele nunca perde a cabeça. Ele usa seu desejo para criar um evento, para empurrar as fronteiras, para fazer algo que ainda não havia sido feito. Ele é o único homem que vi que pode andar por um quarto com uma ereção de matar e ainda assim parecer um homem com uma missão - focado, alerta, independente e perverso. Ele tem a ereção mais nobre que já conheci. Às vezes conversamos sobre onde exatamente seu pau está entrando em meu corpo. Em algum lugar no centro, atrás do meu umbigo. Nós até medimos com a fita métrica. Difícil dizer o ângulo exato. O que é certo é que ele movimenta meus intestinos da direita para a esquerda, para a frente, para cima, para os lados e para trás. Isso realmente capta a atenção, ter um grande pau no seu cu faz a mente se concentrar. A cada vez é um renascimento. Perto de 150 até agora. Isso já é demais para recomeçar sua vida. Você pode se perguntar por quê, depois de tanto dar o cu, ainda estou contando? Sou anal! Aí está. De volta à terrível fase dos 2 anos de idade. A melhor maneira de sentir, de conhecer o pau de um homem é através do cu, onde as paredes se grudam a cada centímetro em todo o seu caminho para a cabeça. Uma boceta tem menos sensação, menos nervos, menos força, menos poder muscular - e, quase sempre, menos interesse. Uma boceta, geneticamente, quer impregnação, o sumo; uma bunda quer a trepada da sua vida. Ambos os buracos, eu postularia, harmonizam o problema da mortalidade como cavernas para criação: vaginas para bebês, cus para a arte. Falando de Michelangelo, há a questão de aparar os pêlos, os pêlos masculinos. O Homem-A os apara. No começo ele não fazia, então um dia sugeri que um anel aparado em torno da base de seu pau pareceria maravilhoso, como um guerreiro samurai. "Depilação é o ato de um amante exigente", expressa o Kama Sutra. Ele pensou sobre isso por um minuto e então prontamente foi até o banheiro e sentou-se na beira da banheira. Enquanto eu segurava a luz, ele aparou. E aparou, e aparou. Ele foi bem além da idéia original e simplesmente cortou fora todo o pêlo - nos lados, no alto, no saco, embaixo do saco, tudo. Agora não há caminho de volta para os pêlos. Tenho um contato muito melhor de mão e boca, nada de pentelhos na minha boca e seu pau e seu saco parecem bonitos. Por que nenhum homem apara? Vaidade. O pêlo camufla a vergonha. Sem pêlo, sem vergonha.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em dezembro de 2005, eu e Edite fizemos uma viagem à Porto Belo, pequena cidade do litoral norte de Santa Catarina, para uma confraternização da família Aquino. Na casa da Gisele e Miguel Aquino, reuniram-se uns cinqüenta parentes trocando abraços, votos natalinos, saudades e alguns presentes. Sebastião Telles, cunhado, me presenteou com dois livros: O Último Jurado de John Grisham e a Entrega, Memórias Eróticas. Disse que o primeiro havia sido comprado especialmente para a ocasião. O segundo havia sido adquirido há alguns meses, que o lera e ficara admirado pela crueza e putaria da narração.


 

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